Por considerar o movimento “eleitoreiro”, o governador de São Paulo, José Serra, resolveu jogar duro com os professores da rede estadual que deflagraram greve na última segunda-feira: simplesmente mandou botar falta e fazer o corte dos dias parados, a mesma providência que foi adotada em Pernambuco pelo governador Eduardo Campos.
De acordo com o secretário de Educação, Paulo Renato Souza, apenas 1% das escolas permaneceram sem funcionar no primeiro dia da paralisação. Já a Associação dos Professores estimou em 30% a adesão ao movimento grevista.
Os professores querem 34,3% de reajuste salarial, percentual que o governo Serra se nega a oferecer.
E por falar em paralisação, o Sindifisco (Sindicato dos Auditores Fiscais de Pernambuco) continua nesta quarta-feira com sua “operação tartaruga”. Anunciou mais uma paralisação de 24 horas para forçar o governo Eduardo Campos a conceder-lhe aumento de salário.