Apesar de crescerem nas estatísticas de inserção no mercado de trabalho, os jovens pernambucanos ainda estão longe de receber um salário compatível com os demais trabalhadores.
De acordo com a terceira edição do anuário do sistema público de emprego, trabalho e renda, esse nicho da população ganha, em média, 60% do rendimento mensal de um trabalhador no estado.
O levantamento, elaborado pelo ministério do trabalho e emprego em parceria com o departamento intersindical de estatística e estudos socioeconômicos, e apresentado nesta quarta-feira (26), também apontou uma taxa de desemprego de 16% entre os jovens pernambucanos na faixa etária dos 18 aos 24 anos.
De 2008 a 2010, o departamento de políticas de trabalho e emprego para a juventude apontou que no Estado mais de 28 mil jovens foram cadastrados nas ações específicas de qualificação, através do Projovem trabalhador.
No mesmo período, mais de nove mil jovens foram inseridos no cadastro nacional de aprendizagem. O departamento tem como metas qualificar e encaminhar os jovens para o mercado de trabalho.
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